Mulheres empreendedoras e que lideram seus próprios negócios

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Mulheres empreendedoras e que lideram seus próprios negócios

Mulheres empreendedoras e que lideram seus próprios negócios

As últimas décadas foram de muitas conquistas importantes para as mulheres no mercado de trabalho. Acompanhamos mais presença em diferentes segmentos, possibilidades de crescimento profissional e oportunidades para investir em empreendedorismo. Mas, ainda existem obstáculos! Vamos falar dos desafios e da importância desta escolha.

Uma importante conquista nas últimas décadas é a participação real das mulheres no mercado de trabalho.

Elas hoje possuem uma participação significativa em variados segmentos de mercado, muitas vezes são a maioria da força de trabalho em algumas empresas, e se destacam por muitas competências técnicas e comportamentais.

Para dimensionarmos a importância da participação feminina, em 2007 ela representava 40,8% do total do mercado formal de trabalho, e em 2016 este número já era de 44%.

E apesar de tantos números de destaque, as mulheres ainda enfrentam aspectos que limitam o aumento da participação e a valorização:

  • Elas ocupam apenas 37% dos cargos de chefia nas empresas e organizações;
  • As mulheres recebem até 38% menos que os homens, conforme dados de 2016;
  • Entre as mulheres, 28% trabalham em tempo parcial (até 30 horas semanais), enquanto o percentual é de 14% entre os homens.

Estes números são reflexo de alguns conceitos prejudiciais que permanecem arraigados nas relações de trabalho e sociais:

  • Em ambientes corporativos dominados por homens, ainda pode existir a resistência em promover mulheres a cargos de liderança;
  • As mulheres são a maioria apenas nos segmentos da administração pública e serviços, que tem médias salarias inferiores a outros onde a maioria é masculina – como a indústria de transformação, a construção civil e a mineração;
  • A maternidade ainda é vista como um obstáculo nos processos de seleção e nos planos de carreira;
  • Às mulheres ainda cabe a dupla jornada – cuidar dos filhos e do lar, principalmente onde são a chefia – o que limita as ofertas e empurra muitas delas para as meias jornadas, com salários menores.

Todo este cenário acaba despertando o interesse – e a necessidade – de buscar uma forma independente e com mais controle para crescer profissional e financeiramente – o empreendedorismo.

As mulheres conquistam o Empreendedorismo

Empreender é um sonho de milhões de brasileiros, e uma realidade cada vez maior para muitos, em todas as classes sociais e idades. E não seria diferente entre os gêneros, ou melhor, as mulheres estão mais presentes no Empreendedorismo que os homens.

Entre 2000 e 2014, houve um crescimento de 34% do número de empresárias no Brasil, chegando a quase 8 milhões ao final deste período analisado. E de cada dez lares chefiados por mulheres, quatro delas são donas do próprio negócio.

E por que as mulheres empreendem mais que os homens?

Algumas razões levam mais mulheres a decidir por um negócio próprio do que os homens.

  1. Financeira: um dos principais fatores tendo em vista a desigualdade com os salários dos homens e as jornadas parciais onde os salários são reduzidos proporcionalmente ao tempo dedicado ao trabalho;
  2. Plano de Carreira: por incrível que pareça, o mercado de trabalho ainda tem regras machistas que limitam a entrada e o crescimento das mulheres no mercado;
  3. Satisfação: há mulheres que perseguem mais a plenitude profissional que os homens, possivelmente fruto da história de luta pela valorização do próprio trabalho;
  4. Maternidade: é um momento com o qual tantas mulheres sonham, mas que, injustamente, encerra prematuramente algumas carreiras ou até mesmo impede a contratação;
  5. Conciliar Carreira e Família: é uma necessidade tipicamente feminina – trabalhar e ter tempo para cuidar da casa e dos filhos.

mulheres empreendedoras

Os desafios para as mulheres empreenderem

Se a luta pela igualdade de direitos no mercado de trabalho muitas vezes é árdua para as mulheres, no Empreendedorismo ela também apresenta desafios:

  • A necessidade de autoafirmação em um voo solo;
  • A busca pelo protagonismo que pode não ter acontecido no mundo corporativo;
  • A preocupação pelo resultado financeiro onde pode ser a única fonte de renda da família.

Além de outras responsabilidades e riscos como descrevemos a seguir:

1 – Networking

Ao empreender, a rede de relacionamentos que construímos na vivência de trabalho é muito importante.

É o nosso ativo profissional para validar muitas ações e auxiliar em pontos com dificuldades, trocar experiências, ser potenciais clientes dos produtos, fazer a divulgação orgânica (sem custo) e contribuir com depoimentos – fundamentais para a credibilidade de marca.

Algumas mulheres podem ter redes menores, seja pelo tempo de mercado ou pela mentalidade ainda recente de cultivar o networking, que é um processo longo e deve ser natural. Uma alternativa para auxiliar neste ponto é participar ao máximo de eventos relacionados ao setor, para aumentar o universo de contatos – fornecedores, parceiros e clientes.

2 – A competição

Mulheres empreendedoras encontrarão outras concorrendo com seus produtos – e os resultados negativos serão enfrentados com a confiança de quem já sofreu com ambientes muito competitivos, porém ao empreender em causa própria.

4 – A dificuldade de conciliar trabalho e visa pessoal

Empreender pode ajudar a aumentar a disponibilidade para a vida pessoal, pela flexibilidade de horários e a maior satisfação de administrar os próprios resultados e o lucro.

No entanto, um negócio próprio exige uma dedicação física e psicológica, e com um alto nível de cobrança por resultados. Afinal, é o lucro do negócio que vai pagar as contas de casa no final do mês.

Há momentos em que o envolvimento precisa ser muito grande, às vezes sacrificando o lado pessoal, pelo menos até que a empresa entre um ritmo previsível e exija menos horas alocadas de trabalho diário.

Até lá, é importante envolver a família na importância de ser empreendedora e mostrar os bons resultados que esta nova vida trará.

Uma Franquia Home Office: uma excelente opção do empreendedorismo feminino

Uma franquia é uma ótima alternativa de negócio para muitas mulheres, porque envolve:

  • A compra do uso de uma marca reconhecida no mercado;
  • O suporte da franqueadora na implantação e na operação diária;
  • Plano de marketing, treinamentos de gestão e operacionais cedidos pela marca.

E uma Franquia Home Office, como a Expense Reduction Analysts – ERA une o sucesso deste modelo de negócios a uma possibilidade essencial na vida de uma empreendedora: criar o próprio horário de trabalho.

Isto pode fazer a diferença para o sucesso de uma empreendedora: ela pode trabalhar em casa e estar mais próxima da família e da educação dos filhos.

Além disto, uma Franquia de Consultoria, como a ERA, permite a flexibilidade de horário de trabalho, pois a agenda pode ser adequada às reuniões externas e não necessariamente ao expediente padrão de trabalho nas empresas.

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Gostou deste conteúdo? Se vê neste mercado de sucesso das Franquias?

Então pode ser a oportunidade de conhecer a Expense Reduction Analysts – ERA!

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